moviebox header nav
moviebox search icon

21 NDC - Monóxido de carbono protege rim transplantado

2018

R

0 h 10 m

Royaume-Uni

Autre

More

0 /10

0 people rated

Regarder en ligne

Dans l’appli

Watch on TV

Épisodes

Meilleurs acteurs

Avis des utilisateurs

Épisodes
Meilleurs acteurs
Avis des utilisateurs

Épisodes

film
lklk
Netflix
Plex

Avis des utilisateurs

author avatar

HCR🌝💛

27/10/2025 03:35
O transplante de rim é uma opção de tratamento para os pacientes que sofrem de doença renal crônica avançada. Segundo dados da ABTO - Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, em 2017 quase 6 mil pessoas receberam rins transplantados. Entre deixar o corpo do doador e chegar ao do receptor, o rim a ser transplantado fica sem oxigênio, o que causa danos ao órgão. Essas lesões são inevitáveis e resultam dos processos chamados de isquemia e reperfusão. A hipóxia (falta de oxigênio) aumenta as chances de rejeição e pode também diminuir o tempo de vida do órgão, mesmo quando o transplante foi bem sucedido. Matheus Costa, em seu projeto de doutorado, orientado por Niels Câmara, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, estudou o assunto. Ambos explicam aqui o problema e a solução que encontraram. O artigo está aberto, na PNAS: No último vídeo, Matheus explica as novas abordagens terapêuticas com CO e como estão os ensaios clínicos em Harvard. Reportagem: Fabiana Mariz e Alan Petrillo
author avatar

Dred_Teresa 🌙

27/10/2025 03:35
O transplante de rim é uma opção de tratamento para os pacientes que sofrem de doença renal crônica avançada. Segundo dados da ABTO - Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, em 2017 quase 6 mil pessoas receberam rins transplantados. Entre deixar o corpo do doador e chegar ao do receptor, o rim a ser transplantado fica sem oxigênio, o que causa danos ao órgão. Essas lesões são inevitáveis e resultam dos processos chamados de isquemia e reperfusão. A hipóxia (falta de oxigênio) aumenta as chances de rejeição e pode também diminuir o tempo de vida do órgão, mesmo quando o transplante foi bem sucedido. Matheus Costa, em seu projeto de doutorado, orientado por Niels Câmara, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, estudou o assunto. Ambos explicam aqui o problema e a solução que encontraram. O artigo está aberto, na PNAS: Reportagem: Fabiana Mariz, Alan Petrillo Edição: Fabiana Mariz, Isabella Yoshimura, Rafael Simões ### ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na interne
author avatar

Nada Hage 💕

27/10/2025 03:35
O transplante de rim é uma opção de tratamento para os pacientes que sofrem de doença renal crônica avançada. Segundo dados da ABTO - Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, em 2017 quase 6 mil pessoas receberam rins transplantados. Entre deixar o corpo do doador e chegar ao do receptor, o rim a ser transplantado fica sem oxigênio, o que causa danos ao órgão. Essas lesões são inevitáveis e resultam dos processos chamados de isquemia e reperfusão. A hipóxia (falta de oxigênio) aumenta as chances de rejeição e pode também diminuir o tempo de vida do órgão, mesmo quando o transplante foi bem sucedido. Matheus Costa, em seu projeto de doutorado, orientado por Niels Câmara, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, estudou o assunto. Ambos explicam aqui o problema e a solução que encontraram. Neste primeiro vídeo, Niels Olsen Câmara explica como acontece a isquemia e a reperfusão, um dos danos inerentes ao transplante. O artigo está aberto, na PNAS: Reportagem: Fabiana Mariz, Alan
Disclaimer: All videos and pictures on MovieBox are from the Internet, and their copyrights belong to the original creators. We only provide webpage services and do not store, record, or upload any content.